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Três Fatores a Considerar ao Escolher entre um Sensor Customizado e um de Prateleira

Sensores Tendo em vista o risco à vida humana e o custo financeiro quando algo dá errado, os processos de engenharia e fabricação da indústria aeroespacial exigem precisão absoluta. O uso de sensores durante a preparação e ao longo do voo em si ajudam a garantir a exatidão com a coleta de informações críticas capazes de detectar problemas de forma proativa.

No passado, muitos sensores utilizados nas engenharias espacial e aeroespacial eram projetados e testados para atender a cada aplicação especificamente. à medida em que o mercado espacial comercial "levanta voo", passa a haver uma tendência crescente de utilizar, sempre que possível, modelos padrão de sensores de prateleira com o objetivo de reduzir custos e acelerar o tempo de lançamento do produto. No entanto, soluções de prateleira nem sempre são a melhor escolha. Às vezes, um sensor modificado ou fabricado sob medida não só permite obter maior exatidão como, também, pode ser menos oneroso e de instalação mais rápida.

Apresentamos a seguir alguns pontos que você precisa ter mente para acertar na escolha do produto que vai atender às suas necessidades específicas.

Quando Sensores de Prateleira São a Melhor Opção?

  1. Geometria – O sensor precisa ter formato e tamanho apropriados para atender às suas necessidades..
  2. Intervalo de Medição – O sensor tem de ser fabricado de forma a ser capaz de executar medições dentro do intervalo de medição apropriado, quer seja uma medição de temperatura, de pressão, de vazão, de umidade ou de outra variável.
  3. Conectividade – O sensor precisa ser capaz de, facilmente, se conectar a registradores de dados e a outros equipamentos de aquisição e controle de dados.
Se determinado sensor padrão é capaz de atender a todos os três critérios acima para sua aplicação, então um produto de prateleira é sua melhor opção para reduzir atrasos e garantir alto nível de exatidão.

O Mito da Modificação

Quando um cliente do setor aeroespacial descobre que não há um produto padrão que atende a todos os critérios, normalmente, o passo seguinte é verificar a possibilidade de modificar um sensor de prateleira. Para tanto, é necessário encontrar um sensor que, até certo ponto, atende às necessidades e que, portanto, precisa apenas de pequenos ajustes, por exemplo, no comprimento, no diâmetro ou na forma de montar o sensor. A percepção nesse caso é a de que modificar um sensor de prateleira ainda seria uma opção mais rápida e menos dispendiosa do que a customização.

A verdade é que a modificação feita pela própria empresa nem sempre é a opção menos dispendiosa ou mais rápida – além de poder resultar em menor exatidão. Para determinar se a modificação é a escolha mais acertada, é preciso avaliar:
  • Quanto tempo será necessário para fazer as modificações necessárias
  • Se a empresa dispõe de recursos próprios para fazer as alterações
  • Se o custo-benefício e o uso desses recursos serão os melhores possíveis
  • O custo total das modificações
  • Os índices de sucesso/fracasso durante os testes
A princípio, nem sempre é fácil responder a essas perguntas com precisão. Como exemplo, veja o caso de determinado fabricante do setor aeroespacial que optou pela modificação de um sensor RTD de prateleira. A decisão foi de que eles próprios iriam projetar e montar um invólucro personalizado para seus sensores. E foi apenas depois de realizarem as modificações na própria empresa que descobriram que um percentual expressivo de seus RTDs não estava tendo o desempenho esperado. As consequências foram baixo rendimento, necessidade de retrabalho e testes, além de atrasos que resultaram em aumento do custo e alongamento dos cronogramas.

O Valor Agregado da Customização

De acordo com recente pesquisa feita pela Deloitte, o mercado aeroespacial comercial continua amargando atrasos significativos em cronogramas de entrega, variando entre dois a quatro anos.

Quando se trata de programas espaciais de alto custo, mesmo um pequeno atraso causado por retrabalho ou pela decisão de redesenhar o invólucro de um sensor a fim de melhorar a exatidão, pode elevar os custos a níveis ainda mais altos. A customização, por outro lado, pode ajudar a evitar esses tipos de impactos. Por exemplo, o fabricante do setor aeroespacial que havia, inicialmente, optado pela modificação de sensores RTD na própria empresa acabou descobrindo que a customização não penas agilizava o processo de lançamento do produto como, também, reduzia custos e proporcionava leituras muito mais exatas.

Quando se trata de programas espaciais de alto custo, mesmo um pequeno atraso causado por retrabalho ou pela decisão de redesenhar o invólucro de um sensor a fim de melhorar a exatidão, pode elevar os custos a níveis ainda mais altos. A customização, por outro lado, pode ajudar a evitar esses tipos de impactos. Por exemplo, o fabricante do setor aeroespacial que havia, inicialmente, optado pela modificação de sensores RTD na própria empresa acabou descobrindo que a customização não penas agilizava o processo de lançamento do produto como, também, reduzia custos e proporcionava leituras muito mais exatas.

O desempenho também aumenta quando o invólucro é customizado porque pode ser fabricado sob medida, em relação a tamanho e formato necessários para que o sensor tenha um funcionamento eficaz ao longo de todo o processo. Um dos grandes benefícios para o fabricante do setor aeroespacial que decide optar por um produto customizado, em vez de modificar um produto padrão na própria empresa, é a robustez final do produto que deixa de apresentar altas taxas de falha em comparação com um produto cem por cento testado e pronto para ser utilizado.

Conclusão

Sensores de prateleira têm seu lugar e podem entregar bom valor quando satisfazem todos os três critérios – geometria, intervalo de medição e conectividade – para ter desempenho de alto nível. No entanto, nos casos em que o produto padrão exige modificação, uma solução customizada, envolvendo todo o processo de fabricação, montagem, testes e envio de um sensor padrão, pode ser a melhor opção. Fabricantes e engenheiros da indústria aeroespacial não só podem contar com sensores otimizados para sua aplicação como, também, podem poupar recursos de alto custo para aplicá-los onde mais são necessários – na inovação e engenharia de novos produtos e processos do setor.

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