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OMEGA™ apoia um dos maiores projetos de recuperação ambiental do Brasil

Equipamentos já são usados na medição de vazão e qualidade da água no Programa Olhos D´Água do Instituto Terra

Instituto terra


Os equipamentos da OMEGA Engineering são parte de um dos maiores projetos de recuperação ambiental do Brasil na parceria com o Instituto Terra, que visa recuperar e proteger 375 mil nascentes no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, nos próximos 20 anos.

O Programa Olhos D´Água foi eleito pela ONU-Água como uma das melhores práticas em execução hoje no mundo para revitalização de recursos hídricos pois permite a recuperação de nascentes a partir do reflorestamento. A colaboração entre OMEGA™ e o Instituto Terra tem duas frentes e começou em agosto de 2015, antes da tragédia de Mariana, que causou graves problemas ambientais no Vale do Rio Doce nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

A primeira frente é a medição da vazão e da qualidade da água dos afluentes do Rio Doce e a segunda permite elevar a produtividade do viveiro de mudas de espécies nativas necessárias para o reflorestamento de milhares de hectares. “Já estamos utilizando os equipamentos para avaliar parâmetros físicos e químicos da água, como turbidez, volume, temperatura e PH, das nascentes que voltam a fluir depois do reflorestamento”, explica o Supervisor de Meio Ambiente do Instituto, Jaeder Lopes.

Desenvolvido desde 2010, o Programa já recuperou mais de 1,2 mil cursos d´água e atendeu diretamente mais de 500 produtores rurais, que hoje já colhem os frutos da proteção, como a maior oferta de água em suas propriedades e o aumento da produção agropecuária.

“O Instituto Terra fornece os insumos para o reflorestamento e os produtores, rurais a mão de obra. A recuperação de cada nascente demanda o replantio de cerca de 50 metros de raio. Nos próximos dois anos, já temos contratada a recuperação de 1,1 mil hectares de Mata Atlântica e 1,3 mil nascentes”, detalha.

Segundo Jaeder, com os equipamentos da OMEGA™, o projeto ganha em tempo, precisão e eficiência e, assim, a recuperação fica mais rápida e mais barata. “Nos viveiros, vamos controlar a temperatura, a umidade do ar e a vazão de água, que são pontos críticos para produção de mudas”, acrescenta.

Os parâmetros ambientais são medidos no início de cada etapa e dois anos depois para avaliar a evolução das nascentes, que terminam por alimentar o Rio Doce, bem como da fauna e da flora da Mata Atlântica na região. “Um trabalho de recuperação ambiental com esta dimensão nunca foi realizado antes na região e, por isso, a parceria com a OMEGA™ é muito importante até mesmo para mensurar os resultados parciais, compreender a dinâmica da natureza e reproduzir os acertos em maior escala”, completa Jaeder.

Sobre o Instituto Terra

Fundado em 1998 por Lélia Deluiz Wanick e Sebastião Salgado, o Instituto Terra é uma associação civil, sem fins lucrativos, que promove a recuperação da Mata Atlântica no Vale do Rio Doce há 17 anos. Atua por meio da restauração ecossistêmica, produção de mudas nativas, extensão ambiental, pesquisa científica aplicada e educação ambiental, em municípios de Minas Gerais e Espírito Santo. Sua sede se localiza na Fazenda Bulcão, em Aimorés (MG), área reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). O título conserva seu ineditismo por se tratar da primeira RPPN criada em uma área degradada, com o compromisso de vir a ser recuperada. Ao todo, desde sua fundação, o Instituto Terra já contabiliza 7,5 mil hectares de Mata Atlântica em processo de recuperação no Vale do Rio Doce e a produção de mais de 4 milhões de mudas nativas. E mais que plantar árvores e recuperar fontes de água, desde o início os fundadores se mobilizaram para tornar o Instituto Terra em um polo irradiador de uma nova consciência ambiental, baseada na recuperação e conservação florestal, aumento da produção agrícola e melhoria da qualidade vida no meio rural. Até o momento, mais de 700 projetos educacionais já foram desenvolvidos para um público superior a 72 mil pessoas, de 176 municípios do Vale do Rio Doce. Mais informações no site.







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